
O Brasil já respondeu quem responde quando a inteligência artificial erra na medicina. A resposta é o médico — sempre o médico. E entrou em vigor esta semana. O que ninguém respondeu ainda é se a supervisão que essa resposta pressupõe realmente segura.
O que você vai conseguir decidir
Ao final, a pessoa consegue nomear as premissas que decidem se a IA entra pela porta da produtividade (mais consultas por hora) ou pela porta do acesso (atendimento onde não havia médico), e dizer o que faria com a própria agenda e o próprio quadro sob cada uma.